Mestre Onipresente
Aos oito anos de idade aproximadamente, fui abençoado com uma cura maravilhosa graças ao retrato de Lahiri Mahasaya. Essa experiência intensificou meu amor. Quando estávamos na propriedade familiar de Ichapur, em Bengala, contraí o cólera asiático. Fui desenganado pelos médicos, que nada podiam fazer. À minha cabeceira, mamãe incitava-me freneticamente a olhar para a fotografia de Lahiri Mahasaya presa à parede, acima de minha cabeça. - Curve-se diante dele mentalmente! - Ela sabia que eu estava fraco demais, até para erguer as mãos em saudação. – Se realmente mostrar sua devoção e se ajoelhar interiormente diante dele, sua vida será
Mahasamadhi de Lahiri Mahasaya
Dos lábios de Swami Keshabananda, um discípulo adiantado, ouvi muitos detalhes admiráveis sobre a partida de Lahiri Mahasaya. - Poucos dias antes de meu guru abandonar o corpo – contou Keshabananda – ele se materializou diante de mim, quando me encontrava sentado em meu eremitério de Hardwar. - “Venha imediatamente a Benares.” Com estas palavras, Lahiri Mahasaya desapareceu. - Imediatamente tomei um trem para Benares. Na casa de meu guru encontrei muitos discípulos reunidos. Durante horas, naquele dia, o mestre explicou o Gita; depois, com simplicidade, dirigiu-se a nós: - “Volto para casa.” - Nossos soluços de angústia prorromperam como
A maior das virtudes: a humildade
“O cenário foi um Kumbha Mela em Allahabad”, contou Lahiri Mahasaya a seus discípulos. “Eu tinha ido lá durante um curto período de férias profissionais. Enquanto andava entre a multidão de monges e sadhus, vindos de grandes distâncias para assistir ao festival sagrado, notei um asceta coberto de cinzas segurando uma escudela de mendigo. Em minha mente surgiu o pensamento de que o homem era hipócrita, por usar símbolos exteriores de renúncia sem a graça interna correspondente. “Assim que deixei o asceta para trás, meu olhar surpreso caiu em Babaji. Ele se ajoelhava diante de um anacoreta de cabelos emaranhados.
Em todos os templos-corpos
“O cenário foi um Kumbha Mela em Allahabad”, contou Lahiri Mahasaya a seus discípulos. “Eu tinha ido lá durante um curto período de férias profissionais. Enquanto andava entre a multidão de monges e sadhus, vindos de grandes distâncias para assistir ao festival sagrado, notei um asceta coberto de cinzas segurando uma escudela de mendigo. Em minha mente surgiu o pensamento de que o homem era hipócrita, por usar símbolos exteriores de renúncia sem a graça interna correspondente. “Assim que deixei o asceta para trás, meu olhar surpreso caiu em Babaji. Ele se ajoelhava diante de um anacoreta de cabelos emaranhados.
- A Self Compartilhada promove campanhas com o objetivo de ajudar grupos e círculos brasileiros a terem acesso a todas as obras de nosso caminho espiritual, formando assim sua biblioteca.
Durante os meses de novembro e dezembro, a Self Compartilhada coletará doações para o Círculo de Meditação de Belém do Pará. Você pode ajudar doando livros, CDs e DVDs novos ou usados, produzidos pela Sede Central, na caixa junto da Biblioteca do nosso Centro, no térreo.
Agradecemos antecipadamente qualquer ajuda.
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